quarta-feira, 24 de julho de 2024
Bondade, o que a Bíblia diz?
Como ser bom em um mundo ingrato, hostil e que nos faz o mal?
quinta-feira, 10 de novembro de 2022
Dicas para uma casa arrumada
Dicas para uma casa arrumada
Eu achava que acumular coisas e
ter uma casa bagunçada era coisa de americano, de mulher de país rico, de gente
que tem dólar sobrando para gastar. Mas considerando a quantidade de vídeos,
blogs e livros produzidos, escritos e/ou traduzidos para o português, estou
chegando à conclusão que esse problema não tem a ver com ter ou não dinheiro,
mas com um traço específico de personalidade (algumas pessoas tendem a ser mais
desorganizadas e acumuladoras que outras) e com um sintoma de nossa sociedade
consumista, insatisfeita e ansiosa.
Se você é como eu, talvez esteja
lutando contra o acúmulo de coisas e a desorganização. Sabe aquela inveja que a
gente sente ao entrar na casa impecável, linda e cheirosa da amiga que chega
sempre no horário para qualquer compromisso e sai com os filhos bem penteados e
de roupa combinando?
Então, nem lembro quantas vezes tive de pedir perdão.
(Aliás, meus filhos têm essa mania de nunca pentear o cabelo, não sei se é
excentricidade ou mãe desorganizada…) Enfim, são muitas as confissões que tenho
de fazer quando o assunto é “casa limpa e organizada sem neurose e sem
estresse” (aliás meu último texto neste tema recebeu esse título). Se você se
identifica comigo, vamos tentar botar um pouco de ordem no caos, meninas?
Afinal, nunca é tarde para aprender a seguir o conselho bíblico e ser uma boa
dona de casa, ocupando-se das tarefas domésticas (Tt 2.5) e tornando a casa um
lugar mais agradável e acolhedor.
Tenho pesquisado muito e aprendido com
mulheres de diferentes lugares do mundo (a internet pode ser bênção), de idades
variadas, mas todas tentando vencer dois inimigos principais: a bagunça e a
procrastinação.
Então, aí vão três preciosas dicas que tenho aprendido:
1. Nunca vá dormir com louça
suja na pia. Por mais cansada que esteja, lave a louça e deixe a cozinha
limpa e arrumada. É terrível acordar e deparar-se com uma pia cheia de louça
suja e bagunça na cozinha. Pode ser difícil no começo, mas se fizer disso um
hábito, perceberá que seu dia vai começar com mais tranquilidade e organização,
sem o estresse inicial de já ter de preparar o café da manhã numa pia/balcão em
total desordem.
2. Tenha uma rotina diária de
limpeza e organização. Não adianta fazer uma faxina maravilhosa uma vez ao
mês e depois, ao longo das semanas, ir acumulando pequenas tarefas sem fazer,
achando que a casa magicamente se manterá limpa e organizada. É preciso criar o
hábito diário para manter a casa limpa, afinal, nós somos aquilo que fazemos
repetidamente. São os pequenos e repetidos hábitos, dia após dia, semana após
semana, que definem como nossa casa será.
3. Simplifique suas coisas. É
impossível manter a casa organizada quando temos muitas coisas. A casa vai
ficando bagunçada ao longo do dia e a bagunça não vai simplesmente desaparecer.
Não adianta mudar as coisas de lugar, quando elas se acumulam em gavetas,
armários, caixas, etc. Vale a pena considerar reduzir, seja descartando, seja
vendendo, seja doando, para conseguir ter uma casa mais arrumada. Procure
“destralhar” sua casa um pouco por dia e verá resultados incríveis.
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quarta-feira, 29 de junho de 2022
Casa Arrumada, sem estresse e sem neurose
Casa Arrumada, sem estresse e sem neurose
Escrito por Noemi Altoé Silva
Para quem deseja ter uma casa
organizada e arrumada, existem dois extremos pouco saudáveis que devem ser
evitados a todo custo: a casa desorganizada e sempre bagunçada, que gera
estresse e desânimo em todos que vivem nela, e a casa impecável, em que ninguém
pode deixar uma agulha fora do lugar que dá briga. Você pegou a ideia, né?
O ideal então, é ter uma casa
funcional, limpa e organizada e que ao mesmo tempo gere um ambiente tranquilo e
acolhedor, sem cobranças exageradas. Mas será que isso é possível? Para algumas
mulheres, isso é algo muito simples e quase natural, mas para outras (e eu me
incluo nesse grupo), encontrar esse equilíbrio é desafiador. Tenho aprendido
algumas dicas bem úteis e práticas que gostaria de compartilhar com você, se
estiver comigo nesta luta de manter a casa em ordem e promover para a família
um ambiente agradável, além de motivar a todos da casa a ter bons hábitos e
disciplina de organização e limpeza.
Aí vão algumas dicas que têm me
ajudado a transformar minha bagunça num lugar minimamente aceitável, sem ter
que sair correndo para guardar coisas quando aperta a campainha e surge uma
visita inesperada. Essas sugestões parecem tão óbvias, mas têm me ajudado a
manter minha sanidade mental, numa casa de cinco pessoas, das quais sou a única
mulher (e a única outra fêmea, nossa cachorra Joy, se aliou aos machos, pois
todos os dias apronta alguma e aumenta a bagunça da casa…).
1) Cada coisa deve ter o seu
lugar.
Se você sabe onde guardar cada coisa, além de manter a casa
arrumada, saberá onde encontrar as coisas e não perderá tempo procurando-as.
2) Assim que usar, devolva no
devido lugar.
Seguindo a ideia da dica acima, já que cada coisa tem o seu
lugar, coloque-as onde elas devem ficar. Chegou da rua, guarde os calçados na
sapateira, pendure a bolsa e a chave do carro. Guarde as compras imediatamente.
Usou a tesoura de costura, guarde-a de volta. Não deixar as coisas esparramadas
dá uma sensação de tranquilidade e alivia o estresse que a desorganização gera.
3) Arrume a cama todos os
dias, assim que levantar.
Nem todos têm esse hábito e aqui em casa luto
para ensinar meus filhos a arrumar a cama. Eles raciocinam assim: “Mãe, para
que arrumar a cama, se de noite eu vou dormir e desarrumar de novo?”, mas eu
rebato dizendo que ao longo do dia, ver uma cama lisinha e arrumada ajuda a
eliminar o estresse de ver coisas bagunçadas e desorganizadas. Tenho até base
bíblica para argumentar com eles (confesso que com poucos resultados, mas fazer
o quê?): Jesus dobrou o lencinho que cobria sua face quando ele ressuscitou (Jo
20.7) e Pedro mandou Eneias levantar-se e arrumar a cama (At 9.34).
Brincadeiras à parte, ter a cama arrumada motiva você a começar seu dia sem
procrastinações e elimina as tarefas mais básicas logo de cara.
4) Nunca saia de um cômodo de
mãos vazias.
Sempre podemos levar algo de um lugar para o outro enquanto
nos deslocamos pela casa. Se estou indo da sala para a cozinha e vejo que
alguém deixou uma caneca usada ali, já levo para a pia da cozinha. Se um livro
ficou em cima da mesa da copa e estou indo para o escritório, já devolvo o
livro na estante. Essa prática tem me ajudado a diminuir as coisas que estão
fora do lugar.
5) Mantenha as superfícies
planas com poucas coisas.
Em vez de ter um aparador cheio de bibelôs,
porta-retratos e itens de decoração, escolha dois ou três itens que você gosta
mais e torne seu espaço mais intencional e agradável. Ajuda na hora da limpeza
e elimina a quantidade de informação que seu cérebro tem que processar, cada
vez que você olha para um móvel que tem dezenas de coisinhas, cada qual
buscando sua atenção.
Por hoje é só, mas espero que
essas dicas tenham ajudado. Talvez no próximo post eu fale sobre como evitar as
distrações com as mídias sociais e a internet e ter mais tempo para cuidar da
casa e mantê-la limpa e organizada, já que esse é outro desafio dos nossos
dias.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Os Padrões de Fé de Westminster | Sua origem, seus limites e sua importância
Os Padrões de Fé de Westminster
Sua origem, seus limites e sua importância
Os documentos teológicos conhecidos como Os Padrões de Fé de Westminster, ou também, Símbolos de Fé de Westminster são: a Confissão de Fé com trinta e três capítulos, os dois Catecismos, o Breve (para crianças) contendo 107 perguntas e respostas, e o Maior (para os adultos) contendo 196 perguntas e respostas, e o Diretório de Culto.
Esse Padrões de Fé foram adotados pela maioria das Igrejas Reformadas e Calvinistas, e ainda algumas poucas, hoje os adotam (a Igreja Presbiteriana do Brasil, por exemplo, com exceção do Diretório de Culto o qual foi adaptado para o que é conhecido como Princípios de Liturgia). Aqueles que se declaram “reformados” devem ter apreço pelos Padrões de Fé. Infelizmente, muitos que se dizem reformados, além de não demonstrarem o apreço devido, nem mesmo os conhecem (talvez isso explique a falta de apreço).
Neste artigo proponho a abordagem de três elementos relacionados aos Padrões de Fé de Westminster: a sua origem, os seus limites e a sua importância.
A origem dos Padrões de Fé de Westminster
Vejamos um breve relato. Corria o ano de 1603, quando Tiago VI da Escócia tornou-se Tiago I da Inglaterra, unificando assim os dois reinos. Ele calvinista, fato que fez os puritanos alimentarem a esperança de implantarem o presbiterianismo na igreja inglesa (anglicana).
Neste mesmo ano, cerca de mil ministros puritanos assinaram a “Petição Milenar”, na qual queriam que a igreja anglicana fosse completamente “puritana” na liturgia e na administração. Assim como no século anterior, Lutero, Calvino e outros, seguindo as ideias dos precursores da Reforma, confrontaram a igreja de Roma, da mesma forma agora, no século XVII, os puritanos levantaram-se contra o ritualismo litúrgico e administração da igreja anglicana.
Tiago e os puritanos seguiram em disputa, levando as questões para além da forma de governo eclesiástico (o episcopalismo sendo substituído pelo presbiterianismo). Questões políticas também se fizeram presentes. Tiago controlava muita coisa porque os Tudors inventaram um sistema extralegal que lhe conferia esse controle. Agora, a disputa era em torno do governo civil, entre o Parlamentarismo e a Monarquia: o rei tinha era um soberano instituído por Deus, ou o povo, por meio do Parlamento poderia escolher o seu rei?
Enquanto a situação estava caótica na Inglaterra, o Parlamento aboliu o sistema episcopal, e em 1643, convocou uma assembleia na capela de Westminster, em Londres, para assessorá-lo tanto na administração do país quanto na sua teologia. Essa assembleia constituiu-se de 151 teólogos puritanos ingleses e, mais oito presbiterianos escoceses. Este grupo se reuniu em 1163 sessões diárias entre 1643 a 1648, quando seu trabalho foi dado como concluído, embora a Assembleia viesse a se dissolver somente em 1652. Essa solene assembleia trouxe à existência os Padrões de Fé de Westminster.
Os seus limites
A proposta dos Padrões de Fé é serem instrumentos na interpretação e aplicação das Escrituras. Eles são o que pode ser chamado de um “sistema teológico” com o qual interpretamos, entendemos e aplicamos em nossa vida as doutrinas bíblicas. Pense numa biblioteca. Ali existem milhares de livros de todos os assuntos. Se estes livros estivessem ali sem nenhuma organização por assunto, mas apenas ali guardados, estariam ali, mas, o trabalho que alguém teria para encontrar algum livro específico, e o tempo despendido nisso faria com que o conhecimento ali guardado não fosse devidamente aproveitado. Por isso, os livros numa biblioteca são separados primeiramente, por assunto (História, Física, Química, Política, Religião, etc.), depois, em cada seção, os livros são separados obedecendo a critérios estabelecidos pelo responsável pela biblioteca. Assim, não são necessários mais que uns poucos minutos para se encontrar um livro específico. Aquilo que chamamos de “Teologia Sistemática” é como se fosse uma biblioteca organizando as várias doutrinas da Fé Cristã contidas aleatoriamente nas Escrituras de forma. Assim, os Padrões de Fé organizam as doutrinas bíblicas, apresentando-as agrupadas e com várias referências para embasar essas doutrinas.
Este é outro ponto importante, a saber, não se faz nenhuma doutrina com um único versículo. A Confissão de Fé de Westminster, Cap. I - §IX, diz:
A regra infalível de interpretação da Escritura é a própria Escritura; portanto, quando houver uma dúvida sobre o sentido verdadeiro e pleno de qualquer passagem da Escritura (que não é múltiplo, mas único), ela pode ser pesquisada e compreendida por outras passagens que falem mais claramente. (At 15.15; Jo 5.46; 2Pe 1.20-21).
Todas as doutrinas bíblicas vêm acompanhadas de várias referências tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Uma seita herética tem como uma de suas principais características, utilizarem apenas um versículo para embasar suas práticas heréticas. Assim sendo, os Padrões de Fé servem como sistematizadores das doutrinas para que as encontremos com mais facilidade, e, possamos estuda-las com mais profundidade.
Um Padrão de Fé confiável nunca se colocará acima das Escrituras; nunca afirmará ser mais importante que elas. Veja o que a Confissão de Fé de Westminster diz no Cap. I – §I:
Embora a luz da natureza, e as obras da criação e da providência, até agora manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, a ponto de deixar os homens indesculpáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e de sua vontade que é necessário para a salvação. Portanto, aprouve ao Senhor, muitas vezes e de diversas maneiras, revelar-se e declarar essa vontade à sua igreja; e depois, para a melhor preservação e propagação da verdade, e para o mais seguro estabelecimento e conforto da igreja contra a corrupção da carne e a malícia de Satanás e do mundo, entregá-la totalmente por escrito; o que torna a Sagrada Escritura indispensável, tendo aqueles modos anteriores de Deus revelar sua vontade ao seu povo cessado agora. Sl 19.1-4; Rm1.32, 2.1, 1.19-20, 2.14-15; 1Co 1.21, 2.13-14; Hb 1.1; Lc 1.3-4; Rm 15.4; Mt 4.4,7,10; Is 8.19-20; 2Tm 3.15; 2Pe 1.19. (Grifo é meu).
E no §X do mesmo capítulo:
O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas devem ser determinadas, e por quem todos os decretos de concílios, opiniões de escritores antigos, doutrinas de homens e opiniões particulares devem ser examinados, e em cuja sentença devemos nos basear, não pode ser outro senão o Espírito Santo falando nas Escrituras (Mt 22.29,31; At 28.25; Gl 1.10).
Observe que tudo o que o homem produz em relação às Escrituras, quer sejam artigos, decretos de concílios, escritos e opiniões de escritores (de todos os tempos), devem ser submetidos às Escrituras e à autoridade divina que elas têm. Portanto, uma igreja que coloca as Escrituras no mesmo nível que suas tradições ou o que seus líderes dizem (por exemplo, a igreja de Roma), ou da Filosofia ou Psicologia (como muitos ditos cristãos de todas as vertentes do Cristianismo fazem em nossos dias), não são de fato cristãos, pois, não são de fato bíblicos. E aqui partimos para o último ponto desse artigo.
A importância dos Padrões de Fé de Westminster
A importância desses Padrões de Fé, além de enaltecerem a autoridade e supremacia das Escrituras, também se dá em relação à identidade tanto do crente quanto de sua denominação. Veja por exemplo, a Igreja Presbiteriana do Brasil. É exigido de seus oficiais no dia de sua ordenação, e dos seus membros, no dia de seu batismo e pública profissão de fé, que subscrevam integralmente o que dizem os nossos Símbolos de Fé. Enquanto as Escrituras nos definem e identificam como crentes em Cristo Jesus, os Símbolos de Fé nos identificam como reformados. Mas, por que ser identificado como reformado é algo importante?
Um cristão reformado é bíblico. Ele tem as Escrituras como sua única regra de fé e prática. Ele não se deixa levar por modismos e tradições humanas. Ele tem sua fé firmada na Palavra de Deus, e, não vive buscando outras formas de revelação, porque crê que as Escrituras são suficientes não só lhe revelar a vontade de Deus, como também capacitá-lo a fazer a vontade Dele.
Um cristão reformado apresenta a Deus um culto bíblico. Todo o conhecimento concedido por Deus aos homens para a salvação, tem como objetivo final a adoração a Deus. Evangelizamos a fim de vermos os pecadores serem convertidos e transformados em filhos de Deus para que O adorem em espírito e em verdade por meio de um culto bíblico, tal como Deus assim o requer de nós. Os Padrões de Fé apresentam-nos o princípio regulador do culto, tendo a Deus como o único alvo da nossa adoração, a Cristo como o único Mediador entre nós e Deus, e o Espírito Santo como o que nos conduz nesta adoração. Assim, o culto bíblico é também, teocêntrico.
Um cristão reformado, quer seja um membro da Igreja ou um oficial da mesma, é uma pessoa de palavra e fiel. É lamentável vermos tantos membros e oficiais das nossas igrejas quebrando os votos e juramentos que fizeram em ocasiões solenes (batismo, profissão de fé, casamento, ordenação, etc.). Porém, um crente verdadeiro honrará seus votos e juramentos. Um pastor que no dia de sua ordenação jurou subscrição integral aos Símbolos de Fé e honra esse compromisso, certamente, é confiável. Sua pregação não tem o objetivo de agradar as pessoas, mas, a Deus. Sua forma de conduzir a Igreja será bíblica, pois, seu compromisso, antes de tudo, é com Deus. Uma igreja que está num processo de escolha de pastor deveria levar em total consideração o compromisso que seus candidatos têm com as Escrituras e com os Padrões de Fé adotados. A Igreja de Cristo, em nossos dias, mais do que nunca, necessita de pastores assim.
Conclusão
Deixo aqui o desafio para você estudar os Padrões de Fé de Westminster, quer em sua Igreja (Escola Dominical, Pequenos Grupos, etc.), quer em seu lar (Devocional particular, Culto em Família, etc.). Os mestres e pastores da Assembleia de Westminster quando produziram esses materiais, não somente estavam respondendo ao Parlamento Inglês que questionava no que eles criam. Eles também quiseram munir a Igreja, tanto crianças quanto adultos, com a sã doutrina, para que esta pudesse suportar os ataques dos inimigos da Igreja, e crescerem na Graça e no Conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Há muita preocupação com a conversão dos pecadores, e muito esforço é empregado nisso. Porém, infelizmente, não se vê o mesmo empenho no crescimento espiritual, bíblico e doutrinário dos convertidos. Tanto a conversão quanto o crescimento espiritual são importantes; um depende do outro. Não há crescimento sem antes ter havido a conversão; mas, onde não há crescimento, a conversão é questionável.
Escrito por Olivar Alves Pereira - Pastor da Igreja Presbiteriana da Vila Pinheiro, Jacareí - SP
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terça-feira, 3 de agosto de 2021
O Cavalo de Troia
O Cavalo de Troia
O cavalo de Troia foi um símbolo da Guerra de Troia, este conflito foi travado entre gregos e troianos na cidade de Troia e, supostamente, aconteceu em meados de 1250 a.C.
Os gregos fingiram que tinham desistido da batalha e deixaram o cavalo de troia como um presente para os troianos, por algum tempo os habitantes de Troia discutiram se deveriam destruir o presente, ou aceita-lo de bom grado em respeito aos inimigos derrotados. A decisão foi tomada, e o cavalo ficou dentro da cidade.
Curiosidade: A expressão "presente de grego" tem como referência o cavalo de troia. Temos também o vírus de computador chamado "cavalo de troia", possuído esse nome graças a característica de "vencer as barreiras" de defesa da máquina, causando danos ao computador.
🙋 Eu quero o Box Homero.
Fonte: QueroBolsa.
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terça-feira, 13 de julho de 2021
Os 9 Círculos do Inferno de Dante

Os 9 Círculos do Inferno
1 - O Primeiro Círculo do Inferno: O Limbo
2 - O Segundo Círculo do Inferno: Vale dos Ventos
3 - O Terceiro Círculo do Inferno: Lago da Lama
4 - O Quarto Círculo do Inferno: Colinas de Rochas
5 - O Quinto Círculo do Inferno: O Rio Estige
6 - O Sexto Círculo do Inferno: Cemitério de Fogo
7 - O Sétimo Círculo do Inferno: Vale do Flegetone
- Primeiro Vale: Vale do Rio Flegetonte
- Segundo Vale: Vale da Floresta dos Suicidas
- Terceiro Vale: Vale do Deserto Abominável
8 - O Oitavo Círculo do Inferno: O Malebolge
- Primeiro Fosso
- Segundo Fosso
- O Terceiro Fosso
- O Quarto Fosso
- O Quinto Fosso
- O Sexto Fosso
- O Sétimo Fosso
- O Oitavo Fosso
- O Nono Fosso
- O Décimo Fosso
- O Nono e Último Círculo do Inferno: Lago Cocite
- Esfera da Caína
- Esfera de Antenora
- Esfera da Ptoloméia ou Toloméia
- Esfera da Judeca
🙋 Eu quero o Kit A Divina Comédia.
Fonte: Youtube, Wekipedia.
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quinta-feira, 17 de junho de 2021
A Hierarquia dos Anjos
A Hierarquia dos Anjos
A Primeira Hierarquia/esfera:
Serafins
Querubins:
Tronos:
A Segunda Hierarquia/esfera:
Dominações:
Potestades:
Virtudes:
A Terceira Hierarquia/esfera:
Principados:
Arcanjos:
Anjos:
terça-feira, 1 de junho de 2021
Quem foi Dante Alighieri?
Quem foi Dante Alighieri?
quinta-feira, 27 de maio de 2021
4 Adaptações de Sherlock Holmes para os Cinemas
4 Adaptações de Sherlock Holmes para os Cinemas
1 - Sherlock Holmes Baffled
2 - Série de filmes de Sherlock Holmes
3 - O Xangô de Baker Street
4 - Sherlock Holmes
🙋 Eu quero a Coleção Especial Sherlock Holmes.
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quinta-feira, 20 de maio de 2021
3 Grandes Clássicos
3 Grandes Clássicos
Peter Pan
Alice no País das Maravilhas
Pinóquio
quarta-feira, 19 de maio de 2021
4 Adaptações do Frankenstein nos Cinemas
4 Adaptações do Frankenstein nos Cinemas
1 - Frankenstein de 1910
2 - Frankenstein de 1931
3 - A Noiva de Frankenstein de 1935
4 - Van Helsing O Caçador de Monstros
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